terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Proibir os espigões foi a solução mais barata

Por trás de toda a celeuma da construção de espigões nas proximidades do Morro do Careca, em Ponta Negra, estava a conveniência ou não de eliminar a desconfiança dos investidores, visto que as obras foram embargadas depois de autorizadas pela Prefeitura de Natal, ou de evitar enormes prejuízos financeiros por causa de ações que se multiplicariam caso novos prédios não fossem autorizados.

A questão é que não autorizando a construção dos espigões a prefeitura será alvo de uma única ação – estimada pelos donos do empreendimento em R$ 18 milhões.

Mesmo autorizando, correria o risco de ser acionada pelos empreendedores, que estão com as obras paradas desde 2006, época em que o prefeito Carlos Eduardo Alves bateu o martelo contra a autorização da Prefeitura de Natal, e, portanto, acumularam prejuízos.

Por outro lado, outros investidores iriam querer construir com base na autorização legal. E haja ações na justiça! Desgaste político e prejuízos financeiros para o erário público municipal.

Mas, o que será feito daquele canteiro de obras?

Ninguém ainda falou sobre o assunto e ele está servindo para abrigar marginais e viciados, fato já denunciado por moradores daquela região.

O que Natal precisa é de uma grande discussão em torno da pequenez geográfica do município, que não tem mais para onde crescer. Aliás, de todos os municípios do Nordeste, Natal é o menor entre as capitais.

Discursos

Paulo Correia
Jornalista


Na terça-feira, dia 02 de fevereiro, depois de 40 dias de puro descanso, os nobres deputados e senadores do Brasil voltaram ao trabalho no Congresso Federal. Nessa data, os trabalhos na Câmara Legislativa de Brasília também se iniciaram. No Congresso, os senadores ouviram as palavras do Vice-presidente José Alencar, que falou um pouco sobre a sua luta contra o câncer, depois foram convidados a ouvir o discurso do senador José Sarney, presidente do Senado. Na Câmara Legislativa, os deputados leram a mensagem enviada pelo governador José Roberto Arruda.

Nos dois eventos, uma coisa não me saiu da cabeça: os discursos dos distintos senhores. O primeiro, presidente do Senado Federal e ex- presidente do Brasil é um primor. Sarney começou os seus trabalhos em 2010 lendo o seu discurso de posse de 1995, quando na ocasião o bigodudo do Maranhão falou sobre ética e respeito a instituição, que naquela época atravessava mais uma entre suas inúmeras crises políticas. No texto enviado pelo governador Arruda, as metas que deverão ser cumpridas pela sua administração nesse ano. O engraçado e patético disso tudo é que os dois senhores são os responsáveis diretos pelos casos de corrupção que enlameou o Senado e o governo do Distrito Federal.

Sarney falou para todos ouvirem: “Assumi este cargo não num momento de glória do Poder Legislativo, mas numa fase em que a instituição atravessa profunda crise de identidade, exposta a permanente crítica e censura." José Roberto Arruda também procurou ser firme: “Toda crise passa. O que diferencia é como cada pessoa descobre para atravessá-la. Minhas escolhas estão claras, minha opção é pelo trabalho. Optei por me desvincilhar de qualquer amarra partidária e pretensão política" Mais pilantras impossível.

Até quando teremos que agüentar esse tipo de gente, que usa seus cargos para roubar a nação de forma tão deslavada e ainda saem impunes? Até quando os cidadãos de bem terão que ler no jornal discursos falsos desse tipo e suportar calados essas manobras de quadrilhas formadas por bandidos engravatados e com palavreado bonito? Quando o brasileiro vai se revoltar de vez com essa turma?

Não se engane caro leitor, esses vampiros estão no poder a décadas e nada de mal acontece com eles. Não existe TCU, MPF, PF, TRE que dê jeito nesses larápios. Eles estão grudados nos gabinetes e são escorregadios como cobras. Esses nobres senhores sabem que mandam e ponto final.

Também não se enganem com ternos bem cortados, com frases bonitas, com refinamento intelectual. Isso tudo é fachada. Esses homens têm a mesma sanha predadora e maligna desde muito tempo. A sujeira já faz parte do sangue que corre em suas veias. São coronéis inescrupulosos e jagunços bajuladores ao mesmo tempo.

Uma pena que muitos de nossos vizinhos estão mais interessados na bunda da morena do BBB ou nos 50 reais que vão ganhar do candidato em outubro.

Uma pena que o brasileiro não se revolta.

Real

FHC ataca

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Carnaval

A tirânica estética ensandecida

Plínio Sanderson
Escritor
Há quase um ano, no gregoriano atual plena segunda de cavarnal, amigo Mersons me liga na matina, logo cedo, e diz: Plínio Santos, tô chegando com um presente. Chegou as nove e alguns frames. Numa camioneta, e motorista descarregando uma tela imensa, caixotes de tintas acrílicas, espátulas, pincéis, cavalete, munição completa para uma produção iconográfica coletiva.

Nosso marchant havia virado à noite, depois de encenar personagem próprio na Banda da Ribeira. Chegando a conclusão de quê? “Plínio-Plínio (Emerson nunca conseguiu dizer Plínio, apenas uma vez), ainda consigo seduzir alguém”. Numa gagueira típica de bobeira ou de uma ânsia inerente ao filosofar, emitir juízos de valor - logo ele, que todos dizem de uma ausência total juízo.

Pois bem, os convivas vão chegando sem pressa. Mesa armada como manda o figurino familiar, em babetiana simbiose de manjares (sempre achei antropologicamente que todo caicoense é um italiano do Seridó) e BALBURDIAESCULHAMBAÇÃO, no mínimo cinco falando (aos berros) ao mesmo tempo na ágora praiana sob Távora quadrática.

Cavalete armado, tela montada, algazarras plásticas de iconoclastas lombráticos em transe. Alguns arriscam pinceladas, ensaiam ícones, simulam desenhos, Fernandão Kalon de Maracajau, Carlinhos Bem, um representante do movimento cigano das Minas Gerais, Leozito, Serrote, Euzim, transeuntes em geral, e claro, Mersons, nosso (é) terno herói, que pintou freneticamente, inclusive a si mesmo, primeiro, levantou a camisa, espalhou tinta vermelha perscrutando o coração bobo; sentou em cima de tinta derramada propositalmente criando matiz glute gutural. Deixou vestígios até hoje impressos do teto ao chão, das paredes as iluminarias, em luminuras visuais. Dunga, grog com siempre, levanta-se impávido e tasca sua assinatura: dunga/09. Não contribuiu com um traço, uma cor, um palpite. Assina a obra comemorativa aos 46 anos da aparição de P.S. - desde daquele sábado de Zé Pereira, lá pelas veredas do arcaico Caicó.

Mersons, paladino dos pincéis, protesta irado. Pô Dunga, você não fez nada e ainda que ser dono da obra? Motivado pelo ato sovina dunguiano outros assinaram (ou assassinaram) a tela: Serrão e até um tal de Eu. Mersons ainda enlouquecido, incorporou persona beat vândalo, o vídeo feito como mimo, pelo cineasta Carlos Tourinho teve como título o áspero: “Sábado Violento”. Dublê de artista deformático, Mersons estrelou a película divertida.

Quadro concluído. Conforme anexo. Percebo que havia uma particularidade ou unidade estética (na minha visão, claro, desembocando no limiar do Merlou-Ponty, donde “arte é tudo que gera emoção poética”) na área pintada por Mersons e alguns carimbos com a paleta meus. Olhei com os olhos livres e vaticinei: vou cortar, passar a serra. As pessoas discordavam, deixe de ser idiota, vai quebrar a história? Matar o momento mágico? A celebração instantânea?

Oremos, cortar o quadro não é também fazer história? E essencialmente, paz com minha bel estética? Se reie as convenções. Tudo pela arte, inclusive o sublime ato de serrar. Lembro das histórias pregressas de um certo marchant potiguar que ampliavam a mais valia serrando a obra, multiplicando o vil capital.

Cortei sem trauma, matemático, cirúrgico, emoldurei e como encanta Zeca Baleiro em “Bienal”, “um resultado estético bacana”, massa mesmo, para deleite Plínio, digo, Pleno. Detalhes curiosos no ato de tamanho (e tacanho) vandalismo sentimentalóide: depois do serrote permaneceu a assinatura de Serrão, sem o mesmo ter participado da parte perpetuada. Ele desenhou o poeta de perfil fidelíssimo, com um cocar de pajé tapuya. O artista plástico criador da Galeria do Povo, militante excitante Eduardo Alexandre, nunca, jamé assinou um quadro como: DUNGA! Guardarei a exceção para a prosperidade, como trunfo para quando a sociedade entender e aceitar a obra do Eduardo Alexandre - e venerar, por tabela, o saudoso Chulepa.

O tal resultado estético bacana está à disposição do excelentíssimo público em santa Rita dos Bebeus - bem ali na Ponta do Giz, onde o continente faz a curva, numa vírgula dunar nas águas atlânticas.

O vale tudo, vale médio e o vale nada do cenário mundial

Por Flávio Rezende*

Minha querida e doce Mel, seu pai, sua linda mãe Deinha e seu carinhoso irmão Gabriel vivem neste momento os primeiros dias do segundo mês do ano 2010, fevereiro, conhecido no calendário gregoriano como o mês do carnaval, uma festa que hoje, serve tanto para relaxar e alegrar famílias e gente de bem, como para a prática de abusos de diversas ordens, com predominância para a ingestão exagerada de bebidas alcoólicas e a prática de sexo sem cuidados, causando problemas futuros para muitos seres.

O nome fevereiro vem do latim “Februarius”, que intitulava as festas em que os romanos festejavam Juno ou Februa, deusa das purificações.

Aqui em Natal, cidade onde moramos, um tema domina a sociedade atualmente. No bairro que habitamos, Ponta Negra existe um belo cenário que deverás conhecer futuramente - espero que da maneira que o observamos hoje e, que, é quase unanimidade, deve ser preservado do avanço das edificações.

A sua preservação é lei, mas nas proximidades, muitos prédios e casas foram construídos. Até o momento todos dentro de um tamanho que deixa o Morro do Careca, esse cenário ao qual me refiro, maior que tudo, sobressaindo sobre o concreto, à beleza natural de sua duna e vegetação nativa.

Recentemente a prefeitura local concedeu a um empresário o direito de construir um prédio perto do Morro do Careca. Com a licença concedida ele começou a obra. Um amigo do seu pai, jornalista Yuno Silva, descobriu a construção e viu que ela ia manchar essa paisagem natural.

Com ajuda de muitos outros começou um movimento. O então prefeito deu razão à turma de Yuno e mandou parar a obra. O tempo passou e uma nova administração assumiu e baseada em decisão de um conselho, liberou. O construtor se animou. No dia seguinte, a prefeita voltou atrás e proibiu. O construtor broxou e reclamou.

Analisando tudo isso, nestes primeiros dias de fevereiro, mês de festas e de idas e vindas, percebemos que as leis são assim: feitas para valer, mas nem sempre valem tudo. Às vezes valem médio e, às vezes, não valem nada.

Tudo bem que às vezes deixam de valer para beneficiar a população, como no caso citado, mas se lei é lei, como podem ter tantas interpretações, derivações, indefinições?

A impressão que está dando neste caso e em tantos outros, é que são feitas de maneira a valerem de acordo com a vontade dos mais poderosos ou da pressão de grupos.

Vejamos, os americanos invadem outros países e pintam e bordam no quintal dos vizinhos. Para eles vale. Quando alguém faz algo contra eles, não vale de maneira nenhuma.

Para algumas religiões, vale matar em nome de Deus, mas morrer de maneira nenhuma. A lei espiritual deles só vale para a interpretação deles.

O cara que aluga um imóvel destaca aspectos da lei que o beneficiam. Já o inquilino só quer ver valendo a proteção à sua condição.

A lei penal vale menos para quem tem dinheiro. Enquanto o pobre vai preso bem rapidinho e para sair é uma novela, o rico nem mesmo entra, já sai. A lei é a mesma, mas vale mais para uns, médio para outros e, não vale nada para alguns.

O texto que orienta a vida dos católicos, protestantes, evangélicos e muitas outras denominações é o mesmo. Para uns vale andar de bermuda, para outros não. Para uns pode trabalhar no sábado, para outros, médio e alguns outros, não total. Uns encontram no texto recomendação para não comer carne, outros dizem que isso não tem nada a ver.

A igreja católica e todas as demais religiões proíbem terminantemente que seus padres, pastores, monges ou místicos tenham envolvimento sexual, principalmente com menores. Não pode! Lendo notícias diariamente percebemos pessoas comuns denunciando o envolvimento desses religiosos nestes atos e, quase nenhuma punição. No dogma não pode, na verdade, pode médio, pode pouco e às vezes, pode mesmo, ao menos assim tem sido.

Minha amada e querida Mel, apesar de regulamentarmos a vida social, esportiva, política e religiosa com leis, decretos, recomendações, bulas e tantas outras invenções eternizadas em livros e em computadores, registradas em cartórios, em constituições e em encíclicas, o que pode e o que não pode são relativos, depende de uma série de circunstâncias.

Impotentes assistimos a esse festival de hipocrisia, de regulamentações nem tanto reguladoras de fato, mas você pode ter uma certeza, o amor de sua família por você tem validade certificada no coração e, por isso mesmo, vale tudo, pois se a frase diz que “a vida é como o mar com várias marés", nosso oceano de carinho por você é imutável na maré que vai e na maré que vem, pois o amor, o puro amor, não tem regulamentação posto que divino, flui lá de dentro e vale por todo o sempre.

Eu, sua mãe Deinha e seu irmão Gabriel torcemos para que no seu tempo, as leis estejam aperfeiçoadas e, valendo, para que a sociedade saiba se guiar, por recomendações que tenham valia e, principalmente serventia, pois melhor que uma lei, é uma conduta que leve a sociedade à justiça social, à paz e à convivência fraterna.

A principal lei que a humanidade deve seguir é a solidariedade entre todos os povos.

* É escritor, ativista social, pai de Mel & Gabriel e jornalista em Natal/RN (jornalistaflaviorezende@gmail.com).

Novos números da gripe A


A Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) divulgou novo boletim epidemiológico da Influenza A (H1N1). Segundo os dados informados, até o momento foram notificados 1735 casos no RN. Também houve alteração no quantitativo de casos confirmados, que passou para 104, e de descartados, que totalizam 208. Já o número de óbitos permanece em 17.

Entre as confirmações, quatro se referem a pacientes que começaram a apresentar sintomas neste ano. Nos demais casos, o início dos sintomas se deu em 2009. Quanto à procedência dos pacientes diagnosticados com a gripe A, 66 são residentes de Natal, 17 de Parnamirim, 3 de Mossoró, 3 de Santa Cruz, 2 de Lajes e 9 de municípios com um caso confirmado. Dois dos casos notificados são de outros estados do País e dois advindos do exterior.

Carnaval de Pirangi 2010: A Troça do Peru disponibiliza bonés, viseiras e camisetas, mas avisa que ninguém é obrigado a comprar para sair no bloco


A diretoria da Troça do Peru, o bloco mais irreverente do Carnaval de Pirangi, decidiu colocar à venda bonés, viseiras e camisetas. O boné e a viseira custará R$ 10 reais (cada um) e a camiseta, R$ 20 reais, sendo que o kit completo sai por R$ 25 reais e o comprador ainda leva uma cocada e uma foto dos parrachos de Pirangi para se lembrar como era.

Mas, o presidente do bloco, eleito por ele mesmo, Emmanuel Rocha, avisa: “Não é necessário comprar nada disto para sair no bloco”, apressou-se. “Basta apenas à vontade de brincar o Carnaval. Esperamos apenas algumas contribuições para pagarmos algumas despesas inerentes ao evento”, justificou.

Ele está convocando a todos para participarem da Troça do Peru. “É a troça mais democrática do Carnaval, com kit ou sem kit e ainda mais com gosto de Nostalgia”, disse. “Ajudem nosso peru a engordar” bradou Emmanuel, encerrando.

Mais informações: Emmanuel Rocha (84)-8839-3699

Calo

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Programa de prevenção às drogas alcançará 120 mil crianças em 2010


Em todo o Rio Grande do Norte no ano de 2010, 120 mil crianças e jovens serão beneficiados com as ações do Proerd, o Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência. Até abril deste ano, ao efetivo do Proerd serão somados outros 25 policiais.
De acordo com os dados do Proerd, 90% dos crimes cometidos no Rio Grande do Norte tem ligação direta com o tráfico e uso de drogas.

PAC eleitoral

Jubileu de ouro

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Hemonorte realiza campanha para carnaval


O Hemocentro do Rio Grande do Norte “Dalton Barbosa Cunha” (Hemonorte) realizará, a partir desta segunda-feira (8) até o próximo dia 20, campanha em busca de doadores de sangue voluntários, em Natal. O objetivo é reforçar os estoques de bolsas para o período de carnaval. A nova campanha visa a mobilizar a população quanto à regularidade das doações de sangue para este mês, já que, no período carnavalesco, há o risco de aumento do número de emergências hospitalares.

A meta é atingir ao menos 2.800 doações em fevereiro, obtendo-se uma média de 130 bolsas de 450ml por dia.
Dias e locais de funcionamento do Hemonorte de Natal: Sede da instituição (Av. Alexandrino de Alencar, 1800, Tirol, próximo ao Parque das Dunas/Bosque dos Namorados) – sábado, segunda-feira e quarta-feira, no horário das 07h às 18h e Posto Fixo de Coleta da Zona Norte – sábado, das 8h às 17h e quarta-feira, no horário das 13h às 17h.

Deputado Antonio Jácome defende punição mais forte para usuário de crack

O deputado estadual Antonio Jácome (PMN) defende punição mais forte para usuários de crack. O parlamentar entende que punição leve para os usuários terminam por estimular o uso da droga que está destruindo parte da sociedade brasileira. “Essa droga tem acessibilidade muito fácil”, disse Jácome. “E ainda existem pessoas que - na reforma do Código Penal -, querem punição mais branda para os usuários”, reforçou o parlamentar, que também é médico e conhece bem os resultados maléficos que o dependente do crack adquire.

Recentemente Antonio Jácome fez um pronunciamento no plenário da Assembleia Legislativa do RN sobre o assunto. Na ocasião, enfatizou a indignação da sociedade com relação ao assassinato de pessoas inocentes nos últimos meses no Estado, inclusive de um pastor que pregava para várias pessoas ao ar livre. No discurso, Jácome defendeu penas mais duras, tanto para os usuários da droga quanto para os traficantes. “Todos nós precisamos nos unir contra esse tipo de violência, que já está ficando comum. Virou moda matar”, indignou-se o parlamentar, que cobrou ações preventivas do Governo do Estado.

Execuções

Como a principal característica da droga é a rapidez de sua ação, os viciados usam-na de forma indiscriminada, cada vez precisando de mais. Isso cria uma dependência financeira entre eles e os traficantes e diariamente os jornais noticiam execuções de jovens, a maioria abaixo dos vintes anos e muitos adolescentes, prováveis devedores de traficantes, que utilizam a pena de morte para o viciado que não paga, a revelia da Lei. (LS).

Cantoria de viola hoje, em Parnamirim

Neste sábado, a partir das 20h, no Centro Pastoral da Cohabinal, em Parnamirim/RN, haverá uma cantoria de viola com os repentistas Zé Ribamar (de Mossoró) e Gilson Pessoa (de Pau dos Ferros). Nos momentos que antecedem a cantoria ocorrerá um sarau com a participação do poeta José Acaci e convidados. A entrada é franca.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Lula não transfere votos nem para o filme que conta sua vida

Frase de um anônimo na calçada do Café São Luiz, sobre o fracasso de bilheteria do filme "O filho do Brasil".

Wilma na Assembleia

No próximo dia 18 a governadora Wilma de Faria fará a leitura de sua última mensagem na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte na condição de governadora do Estado.

Será o primeiro encontro dela com o presidente daquela Casa de Leis, Robinson Faria, depois do rompimento anunciado pelo deputado, quando optou por se unir ao grupo da senadora Rosalba Ciarlini na condição de candidato a vice-governador na sua chapa.

Wilma vai encontrar uma Assembleia Legislativa instável, muito comum em ano eleitoral, onde todos os apoios são negociados. Prenúncio de que o futuro governador, Iberê Ferreira, que irá disputar a reeleição terá que ter muita habilidade. Aliás, a habilidade que não vem demonstrando até agora. (LS).

Comprou ou não comprou?


A imprensa anunciou que o presidente Lula da Silva e o ministro Nelson Jobim haviam batido o martelo e comprado os caças franceses, desejados por Lula.

A justificativa seria a de que o governo francês havia dado um expressivo abatimento.

Entretanto, ontem, 04, o ministro Jobim disse que o negócio ainda não havia sido fechado.

A novela continua... (LS).

Lá se vai a sombra...

A Prefeitura de Natal resolveu arrancar as árvores da avenida Hermes da Fonseca e Salgado Filho (essa rua muda de nome quatro vezes) para tentar resolver o fluxo do trânsito da cidade.

Promete plantar novas árvores depois que afinar o canteiro central. Mas no caso da avenida Afonso Pena, poderiam ter construído baias de estacionamento sem cortar nenhuma árvore. Compreende-se, entretanto, que a situação das duas avenidas são diferentes.

A prefeitura não mostrou como será o projeto; apenas anunciou o corte e a promessa de que plantaria novas árvores. Resta esperar e torcer por uma sombrinha em meio a um calor de 35 graus. (LS).

Na foto, uma foto antiga da Hermes da Fonseca, altura da antiga Padaria São Paulo e Aero Clube, quando as atuais árvores ainda eram crianças.

Caminho da fortuna


Os assaltantes de bancos estão agora preferindo as pequenas agências do interior. Para eles, as cidades pequenas e desprotegidas do Rio Grande do Norte é certeza de sucesso.

É, na verdade, a volta do “velho oeste” americano com lucro, porque encontram nas pequenas localidades pouco policiamento. Em algumas cidades, como disse há poucos dias um radialista, às vezes só tem um cabo e um sargento da Polícia, desmotivados.

Os bancos, por sua vez, investem pouco no quesito segurança e apenas seguem as regras obrigatórias de segurança. Os altos lucros permitem seguros reparadores e os donos não estão nem aí para a segurança da clientela.

Hoje, no mundo, há mais de um bilhão de pessoas famintas

Natal antiga

Baldo

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Pena de morte


O noticiário policial diariamente trás notícias sobre execuções de pessoas, principalmente na periferia de Natal.

A maioria dos executados está na faixa dos 16 a 20 anos e as autoridades policiais atribuem a maioria dos assassinatos a acerto de contas de traficantes com viciados.

A lei do tráfico é inflexível: consumiu e não pagou, morre.

Roubo no interior

A Polícia Federal montou um esquema de investigação e conseguiu prender uma quadrilha que roubava benefícios do INSS na cidade de João Câmara, interior do Rio Grande do Norte.

Os bandidos já haviam roubado a milionária soma de R$ 4 milhões de reais.

O resultado do BNB

O Banco do Nordeste no Rio Grande do Norte surpreendeu pelo excepcional resultado do exercício de 2009, pela soma de investimentos no Estado, que superaram a marca de R$ 1 bilhão de reais.

O valor investido é maior do que todo o orçamento de Natal para 2010 e demonstrou que o banco dinamizou suas operações no RN por meio de uma equipe de primeira linha, comandada pelo superintende José Maria Vilar.

Combatendo as falsificações

A mudança dos padrões das cédulas de real que circulam há 16 anos foi motivada pela epidemia de falsificações em todo o Brasil, que alcançou, inclusive, a nota de R$ 100 reais, a de maior valor.

Estima-se que a evolução das impressoras vendidas no mercado contribuiu para que as falsificações se multiplicassem.

As novas cédulas vêm com vários padrões de segurança para detectar possíveis fraudadores.

“É o fim do mundo”


A expressão foi de uma jornalista hoje diante do calor de 35º graus está fazendo em Natal.

De acordo com especialistas, o verão de 2010 tem sido o mais quente dos últimos 35 anos na maioria das cidades brasileiras.

O clima realmente está diferente, com excessos de chuvas em São Paulo e em outras partes do Brasil. Não por falta de aviso dos muitos institutos e especialistas em meio ambiente e também por causa do fenômeno “El Nino”, que vem aquecendo as águas do oceano Pacífico, aumentando a formação de nuvens.

Enquanto isso os países desenvolvidos continuam devorando o mundo. (LS).

A buraqueira de Natal atrapalha e causa prejuízos

A reclamação dos motoristas é geral com relação à buraqueira que impera na Cidade do Sol, em todos os bairros e, principalmente, na Zona Norte da cidade, palco de muitas obras.

As ruas de paralelepípedos, que não recebem reparos, são onduladas e mesmo nas vias asfaltadas existem crateras que podem comprometer a segurança dos motoristas e pedestres.

Os jornais denunciam diariamente os locais onde são necessário serviços de manutenção e a Prefeitura de Natal deveria ter a mesma agilidade da denúncia para sanar essa questão. As vias precisam ser realmente livres. Tanto para os motoristas quanto para os pedestres. (LS).

Muito barulho por quase nada


O América Futebol Clube, apesar do alarde em torno da posse do novo presidente, o empresário da Facex, José Maria Barreto de Figueiredo, está caminhando mal no Campeonato Norteriograndense de Futebol.

José Maria chegou dizendo que seu objetivo inicial era o de ganhar o campeonato estadual, mas não tem conseguido ganhar partidas e manter a paz dentro do clube, que já perdeu parceiros importantes.

Enquanto isso o ABC, principal rival do clube da Rodrigues Alves, vem jogando aplicadamente e lidera o campeonato.

Fontes de dentro do clube alvirrubro dizem que José Maria já pensa em arrumar as malas se algumas exigências e metas que estabeleceu não forem cumpridas.