A frase é do presidente da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, deputado Robinson Faria (PMN), candidato a vice-governador na chapa da senadora Rosalba Ciarlini (DEM), durante entrevista na FM95, nesta quinta-feira, 18. “Meu compromisso foi o de fazer o partido crescer e ele cresceu três vezes. Agora tomaram o PP porque não estamos apoiando o projeto político do vice-governador Iberê Ferreira (PSB)”, acusou.
Robinson Faria continua com o seu grupo político no PMN apenas porque a legislação eleitoral não permitiu que eles fossem para o PP. “De qualquer forma, cumpri minha palavra e a situação atual do PP é a de que a direção nacional fez uma intervenção branca, que nós acatamos democraticamente. Entregamos a direção do partido aos 16 prefeitos da agremiação e o vice-prefeito de Natal, Paulinho Freire”, revelou. “Iberê foi a Brasília com o deputado federal Henrique Alves (PMDB) para conversar com o presidente nacional, o deputado Dornelles e tomar o partido. Essa é a verdade”, disse.
Robinson acusa o vice-governador Iberê Ferreira e a governadora Wilma de Faria (PSB) de usar a máquina do governo para conseguir apoios. “A máquina governamental trabalha cooptando prefeitos por meio de convênios milionários”, lamentou.
Sobre o anúncio oficial da sua candidatura, Robinson disse que ela estava sendo feita pelo povo. “Diferentemente do acórdão de 2008, que veio de cima para baixo”, lembrou. “O anúncio já foi feito informalmente e eu já disse em várias entrevistas que seria o candidato a vice-governador na chapa da senadora Rosalba, porque tenho o respaldo das minhas bases”, justificou.
Robinson disse não ter mágoas da governadora Wilma de Faria. “Não tenho mágoas. O governo passou dois anos tentando me esvair. Queria que eu fosse um simples eleitor, sem decisão, mas não conseguiram. Fiquei seis meses fora da disputa, tive problemas com a saúde de meus filhos e mesmo assim meu nome aparecia bem nas pesquisas”, enfatizou.

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