A Fundação José Augusto, que deveria ser o principal braço da cultura do Rio Grande do Norte e que coleciona irregularidades, é alvo agora de mais sete ações por causa de suspeitas de irregularidades ocorridas entre 2003 e 2006.
A FJA que atrasa religiosamente pagamentos contratados por elas a artistas potiguares e que chegou a construir - conforme uma das denúncias - uma piscina em um colégio particular de Mossoró, parece ter um poço sem fim, recheado de coisas erradas. Paira sobra a instituição uma sombra eterna de desconfianças. (LS).
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