sexta-feira, 14 de maio de 2010

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Copa de 2014: hipocrisia e politicagem

George Fernandes
Por e-mail

Natal é sede da Copa do Mundo FIFA de 2014 e ainda tem gente que duvida, passado mais de um ano da definição. “Espírito de porco” ou excesso de provincianismo? Ainda não se sabe. O que se sabe de fato é que a hipocrisia, inclusive, de parte da imprensa, por interesses visivelmente politiqueiros ecoam absurdamente às alturas pelos quatro cantos da cidade.

Alguns veículos de comunicação insistem em denegrir a imagem de Natal como sede da Copa, sempre procurando uma brecha para criticar, sem fundamentos, na maioria das vezes. Será que esta crítica é construtiva ou tem apenas interesses outros em ano eleitoral? Minha gente, Natal, o Rio Grande do Norte, precisa parar com isso. Beira o ridículo.

Tudo neste Estado gira em torno da política, cada um querendo puxar a “sardinha” para o seu lado por puro interesse, seja financeiro ou pelo “amor” ao poder. Pelo contrário, imprensa, poder público, sociedade organizada, população, deveriam seguir o exemplo de Cuiabá. Lá, todos vestiram a camisa e já estão fazendo a Copa de 2014 virar realidade.

Aqui, o que se vê é gente a todo instante defendendo o seu e criticando o que supostamente é dos outros. Chega! Vamos se unir para que Natal possa crescer e se modernizar em apenas quatro anos, o que não conseguiria em um século, sem a Copa do Mundo. O Poder Público está fazendo o que pode dentro da lei. Tudo bem que aqui ou acolá há um deslize.

Mas, nada que não se possa consertar. Não há nada fora da lei. O que há é um bando de gente interesseira, alguns até inescrupulosos, querendo, a todo custo, tirar Natal do roteiro da Copa. Aliás, o que o Repórter Esportivo conclui é que o próprio Poder Público, a iniciativa privada e a população, ainda não entenderam a importância de uma Copa do Mundo de 2014.

A ficha parece que ainda não caiu! Mas, para finalizar, há uma pergunta que não quer calar: como deveria ser a perfeita organização da Copa do Mundo em Natal? Estes "experts" da crítica pela crítica, antes de criticar, deveriam lançar alternativas positivistas para fazer de Natal uma sede de verdade. Amigo, criticar é fácil. O difícil é fazer, colocar a mão na massa diante de tanta burocracia herdada dos tempos do Brasil Colônia.

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