Abriu a janela e deixou que entrasse a chuva. A té que a casa-casa se tornasse casa-rio, casa-mar. Até que surgissem as primeiras algas e uma areia fina recobrisse o que era ladrilho e mármore. Até que o primeiro peixe, veloz e prateado, reinventasse prazeres e caminhos. E então, só então, adormeceu.
Márcia Maia
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