Roberto Guedes
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Altamente agredido pela ação de marginais - do que podem fornecer um senhor testemunho as populações de Mossoró e de Natal e o Instituto Técnico Científico de Polícia (Itep), que registra três assassinatos em cada 48 horas na sua área de atuação, correspondente a um terço dos municípios potiguares -, o Rio Grande do Norte começa a se movimentar com o objetivo de dar desdobramentos aos esforços de que participou, em anos recentes, com o objetivo de ajudar o Brasil a se desarmar. O primeiro passo foi a constituição da comissão local que cuidará do tema.
Na última sexta-feira, 31, e no dia seguinte, Natal acolheu uma missão da coordenação nacional da campanha de entrega voluntária de armas e munições, vinculada ao ministério da Justiça. Durante palestra com os responsáveis pela mobilização aqui, versando sobre a cultura de paz e a superação da violência, o coordenador nacional adjunto da Campanha Nacional de Entrega Voluntária de Armas e Munições (Cevam), apresentou esta iniciativa como o melhor instrumento de prevenção em favor da vida e considerado um dos mais eficaz instrumento de segurança pública preventiva, como possibilidade real de reduzir o números de mortes por armas de fogo no país.
Os integrantes do Comitê Potiguar Pelo Desarmamento, à frente seu presidente, professor Cléber Costa, aproveitaram ao máximo este contato para se inteirar das propostas do governo federal a respeito, e aproveitaram para agendar um encontro nesta quarta-feira, 6, amanhã, com o secretario estadual de Segurança, o policial federal Aldair Rocha, para darem prosseguimento às atividades da Cevam nesta unidade federativa.
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