A Fortaleza altiva, agarrada às raizes. Nem parece sentir as fundas cicatrizes, Dos golpes com que o mar o seu corpo tortura. Evocando o passado, avistam as sentinelas. No cruzeiro do sul a cruz das caravelas E as flechas de Poti rasgando a noite escura.
Palmira Wanderley |
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